Eu bebo álcool para me embebedar
para sentir prazer
bebo suco de laranja.
Clandestinamente
Rebelar
Penduricalhos de pensamentos pendurilados encabecima
Revelar
Uma rodovia está sendo construida daqui ao polo centro
Daremos o fora arembalados
comesticalhos
luz de velas amarelas
são muito parecidas
com lembranças de agora a pouco
tanto quanto eram lembranças na hora em que eu te via
de perto namorando cegamente
Da vida mesmo eu não posso falar
mudo em função de engolir
Só falo dos sonhos
volta o que lembro das velas chamando seu pequeno nome laranja
Rebelar
Penduricalhos de pensamentos pendurilados encabecima
Revelar
Uma rodovia está sendo construida daqui ao polo centro
Daremos o fora arembalados
comesticalhos
luz de velas amarelas
são muito parecidas
com lembranças de agora a pouco
tanto quanto eram lembranças na hora em que eu te via
de perto namorando cegamente
Da vida mesmo eu não posso falar
mudo em função de engolir
Só falo dos sonhos
volta o que lembro das velas chamando seu pequeno nome laranja
M de nada
Tudo bem. Paisagens invisiveis entre o antes e o depois da parede.
A realidade é uma média.
Na prática ela não existe.
Troco o nome de medo por adrenalina
energia elétrica
Basta fechar e abrir os olhos
para entrar em um novo universo
que está ali desde o infinito anterior
Eu sou o infinito posterior de todo infinito novo universo que penetro
E os infinitos são tão sós
A maioria dos infinitos daria o infinito por um abraço de alguem que abrace o infinito.
Tudo bem. Paisagens invisiveis entre o antes e o depois da parede.
A realidade é uma média.
Na prática ela não existe.
Troco o nome de medo por adrenalina
energia elétrica
Basta fechar e abrir os olhos
para entrar em um novo universo
que está ali desde o infinito anterior
Eu sou o infinito posterior de todo infinito novo universo que penetro
E os infinitos são tão sós
A maioria dos infinitos daria o infinito por um abraço de alguem que abrace o infinito.
Solidão
estar sempre junto de si mesmo
Não ter pra onde se afastar
lugar apertado para dois
eu direto
eu reflexo
e quando voce chega não existem mais paredes
estamos abertos no tempo
saímos de casa
vamos pra rua!
me alimento
respiro
dou meu passeio ao sol
vivo meu tempo de liberdade
antes de voltar para a cela
Um dia termina a pena
saio pela porta da frente
e todo o sol de todos os dias será meu
e voce
será meu descanso
meu abrigo resguardado
minha fábrica de dias de amanhã.
estar sempre junto de si mesmo
Não ter pra onde se afastar
lugar apertado para dois
eu direto
eu reflexo
e quando voce chega não existem mais paredes
estamos abertos no tempo
saímos de casa
vamos pra rua!
me alimento
respiro
dou meu passeio ao sol
vivo meu tempo de liberdade
antes de voltar para a cela
Um dia termina a pena
saio pela porta da frente
e todo o sol de todos os dias será meu
e voce
será meu descanso
meu abrigo resguardado
minha fábrica de dias de amanhã.
Duvidar é a menor partícula da matéria inexistente
alucinada como realidade
Os fantasmas incomodam na mesma proporção do impossível deixar de ser
O som da chuva tem molhado mais que a prória água
precipitada
Quantas vidas ainda levarão meus sonhos?
Quantos lugares serão de passagem?
O que na vida dá pra ser além de agora?
O presente se derrete no caminho de casa
Sem dúvida
Estou colecionando um lindo passado.
alucinada como realidade
Os fantasmas incomodam na mesma proporção do impossível deixar de ser
O som da chuva tem molhado mais que a prória água
precipitada
Quantas vidas ainda levarão meus sonhos?
Quantos lugares serão de passagem?
O que na vida dá pra ser além de agora?
O presente se derrete no caminho de casa
Sem dúvida
Estou colecionando um lindo passado.
O ser das falas não responde aos inquietos
A fada festeira agoniza sob o céu enlameado
Sobre a bôrra "enternizada"
a chuva molha fora a questão do calor dentro
multiplicidade piscante nutritiva como suco de abacate
caminha coaminha soudela
não é necessario virar para pisar no céu
água seca já secou
explosiva
tanto as pernas
como a boca
como a conjunção de tudo abaixo
molha seca molha seca molha seca
molha
como molha a flor aberta
refem do mesmo céu andado
molha como o chão deitado
...
É muito mais complicado saber dos achados que dos perdidos
A fada festeira agoniza sob o céu enlameado
Sobre a bôrra "enternizada"
a chuva molha fora a questão do calor dentro
multiplicidade piscante nutritiva como suco de abacate
caminha coaminha soudela
não é necessario virar para pisar no céu
água seca já secou
explosiva
tanto as pernas
como a boca
como a conjunção de tudo abaixo
molha seca molha seca molha seca
molha
como molha a flor aberta
refem do mesmo céu andado
molha como o chão deitado
...
É muito mais complicado saber dos achados que dos perdidos
Andam roubando a minha memória
E tudo que me lembro sempre é o último instante antes de perdê-la
Criatura elementar lançando facas por aí
a noite
...
Hoje eu renasci por tuas mãos macias
folheadoras de livros e páginas
leve como ar entre as folhas
ontem as folhas caíram no espaço durante eu e você
entretantos elementos
era mesmo tu
o ar que eu respirava
E tudo que me lembro sempre é o último instante antes de perdê-la
Criatura elementar lançando facas por aí
a noite
...
Hoje eu renasci por tuas mãos macias
folheadoras de livros e páginas
leve como ar entre as folhas
ontem as folhas caíram no espaço durante eu e você
entretantos elementos
era mesmo tu
o ar que eu respirava
Por onde eu saio?
a passagem não me cabe
se é que há uma passagem
Para haver uma passagem
é preciso haver uma parede
Não há uma parede que não seja construída
E as passagens me levam de dentro (a)dentro
E eu já disse que quero sair!
Mas quero voltar
Ou então vou ter que te levar
Tudo é mais fácil para a água
que cai do nada em cima
escorre por todos os meandros
e infiltra
A saída é infiltrar!
Mistura-se, fundir-se ao verdadeiro
Perder-se da verdade
A saída é amar!
Deletar-se, entregar-se ao delicado
Deitar-se numa pedra
Esquecer o que dizer
E apenas esperar passar.
a passagem não me cabe
se é que há uma passagem
Para haver uma passagem
é preciso haver uma parede
Não há uma parede que não seja construída
E as passagens me levam de dentro (a)dentro
E eu já disse que quero sair!
Mas quero voltar
Ou então vou ter que te levar
Tudo é mais fácil para a água
que cai do nada em cima
escorre por todos os meandros
e infiltra
A saída é infiltrar!
Mistura-se, fundir-se ao verdadeiro
Perder-se da verdade
A saída é amar!
Deletar-se, entregar-se ao delicado
Deitar-se numa pedra
Esquecer o que dizer
E apenas esperar passar.
Eles planejam sem parar
até onde vamos sentar
Barro é piso fácil para mim
estou em casa
Vidro é feito para quebrar
Piriguetes são feitas para tirar
Água de poço precisa agitação
Mosquitos não podem impedir
Ninguém pode parar
Barulhos ensurdecedores
luzes cegantes
Não sei o que houve
Não vejo
Não ouço
o estripamento é no silêncio total
As calças e as roupas
amanhã gritarão de tanto sangue
eu vou precisar de você
eu vou eternamente agradecer a você
por você ser assim
amor
firme
vermelha
de açúcar
até onde vamos sentar
Barro é piso fácil para mim
estou em casa
Vidro é feito para quebrar
Piriguetes são feitas para tirar
Água de poço precisa agitação
Mosquitos não podem impedir
Ninguém pode parar
Barulhos ensurdecedores
luzes cegantes
Não sei o que houve
Não vejo
Não ouço
o estripamento é no silêncio total
As calças e as roupas
amanhã gritarão de tanto sangue
eu vou precisar de você
eu vou eternamente agradecer a você
por você ser assim
amor
firme
vermelha
de açúcar
Parabéns senhor metáfora!
Parabéns por ser expulso da casinha
Por não pagar as contas
Não respeitar hierarquias
Nem rituais
Nem costumes
Por não ter um mp3 player
Nem um microondas LG
Por não ter crédito
Por não estar nem aí
Pena para nós que o transformamos em imagem
estampas, livros, rezas e conveniências
Pena para nós que levantamos diplomas
somos lindos, ricos, cheios de tecnologia e roupa nova
Mas que se foda!
Só garanto que de mim não ouvirás teu nome em orações
Não me verás te procurando em templos ou igrejas
Nem sofrendo jejuns inconsequentes
Nem deixando de ser feliz
Posto que te vejo nos olhos de alguem
e teus olhos sabem de mim tudo que tenho
Temos um trato de parceria
Posto que já te toquei
pela pele de alguem
Até mais ver
Senhor metáfora
Até mais te ver naquele sorriso!
Happy god damm new year!
Parabéns por ser expulso da casinha
Por não pagar as contas
Não respeitar hierarquias
Nem rituais
Nem costumes
Por não ter um mp3 player
Nem um microondas LG
Por não ter crédito
Por não estar nem aí
Pena para nós que o transformamos em imagem
estampas, livros, rezas e conveniências
Pena para nós que levantamos diplomas
somos lindos, ricos, cheios de tecnologia e roupa nova
Mas que se foda!
Só garanto que de mim não ouvirás teu nome em orações
Não me verás te procurando em templos ou igrejas
Nem sofrendo jejuns inconsequentes
Nem deixando de ser feliz
Posto que te vejo nos olhos de alguem
e teus olhos sabem de mim tudo que tenho
Temos um trato de parceria
Posto que já te toquei
pela pele de alguem
Até mais ver
Senhor metáfora
Até mais te ver naquele sorriso!
Happy god damm new year!
Assinar:
Postagens (Atom)



















